Como foi dito no passado dia 3 de Fevereiro (Domingo), este ano iniciaremos a nossa caminha quaresmal enquanto grupo de uma forma diferente, este ano será realizada uma refeição à base de sopa, pão e água, como forma de abstinência no dia que marca o início da Quaresma, ou seja, na Quarta-Feira de Cinzas dia 13 de Fevereiro.
A refeição terá início as 19 horas no salão paroquial, e terminará com a celebração das imposição das cinzas que inicia às 21 horas.
De forma a termos uma noção mais aproximada das quantidades de comida necessárias para a confecção da sopa e para o número de pães, pedimos-te que te inscrevas no link abaixo.
Link para a inscrição:
Incrições para a Quarta-Feira de Cinzas
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
domingo, 13 de janeiro de 2013
Diakonia - Agradecimento
Boa noite!
Em nome da Diakonia, venho agradecer a quem ontem se disponibilizou a dar um bocadinho do seu tempo para ajudar esta associação que tanto ajuda a nossa comunidade.
Foi "preciosa" a ajuda de quem esteve tanto na garagem como no centro comunitário.
Boa semana!
Em nome da Diakonia, venho agradecer a quem ontem se disponibilizou a dar um bocadinho do seu tempo para ajudar esta associação que tanto ajuda a nossa comunidade.
Foi "preciosa" a ajuda de quem esteve tanto na garagem como no centro comunitário.
Boa semana!
Raiz: e-mail de Jesus
Olá a todos!
Hoje recebemos uma mensagem muito especial: um e-mail de Jesus.
Deus fala-nos de muitas formas e em diferentes momentos, e desta vez recorreu à internet (através dos animadores da Raiz) para falar a cada um.
O e-mail dizia o seguinte:
"A messe é grande mas os trabalhadores são poucos": preciso de ti para a minha messe. Preciso de ti para me anunciares ao mundo. Mas não te esqueças que mais alto que as palavras, fala o testemunho.
Dá testemunho desta Vida Nova que estou a fazer germinar em ti, e verás que as palavras sobrarão.
Os teus irmãos dar-se-ão conta que és especialmente feliz e tens um jeito diferente de ser, viver e estar com todos.
Então se perguntarem qual é o teu segredo fala-lhes de mim.
Preciso de Apóstolos que, em meu nome, anunciem o sentido da plenitude que a vida ganha, quando os corações se abrem à minha presença recriadora.
Preciso de discípulos que, em meu nome, testemunhem a alegria da Fé, da esperança e do Amor.
Preciso de ti...
Cada um dos nossos jovens respondeu a este e-mail dirigido a eles.
Fiquem atentos, ao longo da semana vamos partilhar nos comentários deste post algumas delas ;)
SMA | Avaliação do 1º Periodo
Boa tarde a todos.
Uma vez terminado o 1º Periodo do Sempre Mais Alto, é altura de parar uns mininutinhos para avaliar tudo o que aconteceu e para isso é essencial a tua ajuda!
Se és elemento do SMA, pedimos-te que acedas ao link https://docs.google.com/ spreadsheet/viewform? fromEmail=true&formkey= dElpaU5MWlNJTEw5Qjl0MGZiNUdZbn c6MQ e preenchas o questionário de avaliação.
Muito obrigada e até já!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Muito bom. É o símbolos dos Cristãos: a Oração.
A igreja de Santiago, na Baixa de Coimbra, transforma-se a partir desta sexta-feira num espaço de oração, aberto diariamente das 8h00 às 20h00, destinado especialmente a pedir padres para a Igreja Católica.
A iniciativa abre esta noite às 21h00 com uma missa na referida igreja, presidida pelo bispo de Coimbra e responsável ao nível do episcopado de Portugal pelas vocações, D. Virgílio Antunes, revela um comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA.
...
A decisão tinha sido anunciada pelo prelado em nota pastoral de 1 de novembro, onde explicava que a oração consiste na adoração ao Santíssimo Sacramento, hóstia consagrada que os católicos acreditam ser o próprio Jesus Cristo.
“Peço encarecidamente aos cristãos, sacerdotes, religiosos e leigos que façam daquele templo um verdadeiro santuário das vocações sacerdotais e que os jovens se deixem confrontar, no silêncio e na oração, com Jesus que, rico de misericórdia, continua a chamar, dizendo: Tu, vem e segue-Me!”, escreveu o bispo de Coimbra.
A nota à comunicação social sublinha que “tem-se investido nestas últimas décadas, mais do que nunca, na pastoral das vocações, mas os frutos parecem ser cada vez menos e as razões são múltiplas e diversas”.
“Todos aqueles que amam a Igreja e sentem quanto se perde pela falta de vocações, são convidados a voltar-se para Deus, decididamente, e a esperar d’Ele o dom das vocações”, refere o comunicado.
O texto recorda as palavras do cardeal italiano Mauro Piacenza, responsável máximo da Congregação para o Clero, do Vaticano, que em carta redigida em 2011 expressou o desejo de que “em cada diocese haja pelo menos uma igreja, capela ou santuário dedicado à adoração perpétua da Eucaristia, pela intenção específica de promover novas vocações e pela santificação do clero”.
O facto de se “dedicar uma igreja para a adoração permanente pelas vocações não invalida antes potencia a que nas paróquias se dediquem também largas horas para esta adoração que renova a vida espiritual dos fiéis e o dinamismo apostólico”, salienta a nota da diocese.
“Vamos sabendo de muitas paróquias que estão a lançar dias inteiros de adoração e outras a alargar os horários que já tinham, pois quanto maior forem os tempos para a adoração mais possibilidades damos ao povo de poder adorar”, observa o texto de divulgação, assinado pelo padre Jorge Santos, coordenador da iniciativa.
A diocese pede aos fiéis “que se inscrevam 1 hora por semana, ou duas horas de 15 em 15 dias” para participarem neste tempo de adoração.
À quinta-feira, das 21h00 às 23h00, a igreja de Santiago recebe uma oração organizada por grupos de jovens de toda a diocese e “pelo menos um dia por semana” estarão sacerdotes disponíveis sobretudo para o “aconselhamento espiritual”, indica o comunicado
A iniciativa abre esta noite às 21h00 com uma missa na referida igreja, presidida pelo bispo de Coimbra e responsável ao nível do episcopado de Portugal pelas vocações, D. Virgílio Antunes, revela um comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA.
...
A decisão tinha sido anunciada pelo prelado em nota pastoral de 1 de novembro, onde explicava que a oração consiste na adoração ao Santíssimo Sacramento, hóstia consagrada que os católicos acreditam ser o próprio Jesus Cristo.
“Peço encarecidamente aos cristãos, sacerdotes, religiosos e leigos que façam daquele templo um verdadeiro santuário das vocações sacerdotais e que os jovens se deixem confrontar, no silêncio e na oração, com Jesus que, rico de misericórdia, continua a chamar, dizendo: Tu, vem e segue-Me!”, escreveu o bispo de Coimbra.
A nota à comunicação social sublinha que “tem-se investido nestas últimas décadas, mais do que nunca, na pastoral das vocações, mas os frutos parecem ser cada vez menos e as razões são múltiplas e diversas”.
“Todos aqueles que amam a Igreja e sentem quanto se perde pela falta de vocações, são convidados a voltar-se para Deus, decididamente, e a esperar d’Ele o dom das vocações”, refere o comunicado.
O texto recorda as palavras do cardeal italiano Mauro Piacenza, responsável máximo da Congregação para o Clero, do Vaticano, que em carta redigida em 2011 expressou o desejo de que “em cada diocese haja pelo menos uma igreja, capela ou santuário dedicado à adoração perpétua da Eucaristia, pela intenção específica de promover novas vocações e pela santificação do clero”.
O facto de se “dedicar uma igreja para a adoração permanente pelas vocações não invalida antes potencia a que nas paróquias se dediquem também largas horas para esta adoração que renova a vida espiritual dos fiéis e o dinamismo apostólico”, salienta a nota da diocese.
“Vamos sabendo de muitas paróquias que estão a lançar dias inteiros de adoração e outras a alargar os horários que já tinham, pois quanto maior forem os tempos para a adoração mais possibilidades damos ao povo de poder adorar”, observa o texto de divulgação, assinado pelo padre Jorge Santos, coordenador da iniciativa.
A diocese pede aos fiéis “que se inscrevam 1 hora por semana, ou duas horas de 15 em 15 dias” para participarem neste tempo de adoração.
À quinta-feira, das 21h00 às 23h00, a igreja de Santiago recebe uma oração organizada por grupos de jovens de toda a diocese e “pelo menos um dia por semana” estarão sacerdotes disponíveis sobretudo para o “aconselhamento espiritual”, indica o comunicado
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Grande verdade
O arcebispo de Braga afirmou este domingo na Basílica do Sameiro que “o melhor presente que os pais podem oferecer aos seus filhos” é uma “educação de qualidade”.
Na homilia da missa em que assinalou as bodas de prata de ordenação como bispo, enviada à Agência ECCLESIA, D. Jorge Ortiga frisou que a educação cristã implica “não ter medo de, na oração e conversas familiares, propor o caminho duma vocação” que passe, “porventura”, por “uma vida religiosa ou sacerdotal”.
Durante a celebração o presidente da comissão episcopal responsável pelos organismos católicos de apoio social lembrou as pessoas que se encontram em “situação de fragilidade” e enfrentam as dificuldades com “espírito de heroica e silenciosa coragem”.
“Dificilmente estamos preparados para momentos inesperados, mas a cruz, que também Cristo carregou, não tem a última palavra sobre a vida. Espero que sintas esta minha frágil e silenciosa presença por meio da oração, na certeza duma comunhão permanente com as tuas debilidades”, afirmou.
O prelado dirigiu-se também a quem não acredita em Deus, habitando “involuntariamente o silêncio da fé”.
“Também para mim é um mistério este paradoxo. Sei todavia que o silêncio não é sinónimo de ausência. A fé é dom e fidelidade. Espero, peço-te, a fidelidade à procura sincera e, porventura, a decisão consciente de mergulhar no mistério de Deus, mesmo quanto tudo aquilo que ouves é silencio”, apontou.
D. Jorge Ortiga lembrou que a Virgem Maria não teve tarefa fácil para educar Jesus, “a criança mais sobredotada da humanidade”, dado que “não tinha apoio psicológico nem suporte familiar”.
“E como se não bastasse, o Anjo Gabriel tinha-se esquecido de lhe dar o manual de instruções”, uma referência ao episódio bíblico em que o mensageiro divino lhe anunciou que Deus a tinha escolhido para ser mãe de Cristo.
Maria tinha “profunda capacidade pedagógica de reflexão, onde muitas vezes o silêncio substituía as respostas automáticas”, a par de uma “paciência intuitiva”, que segundo o arcebispo “foi o segredo” da educação que deu a Jesus.
“Quem não tem paciência para educar, pode estar preparado para trabalhar com máquinas, mas não com pessoas”, frisou o prelado, que pediu aos fiéis para não esquecerem a importância da família, “a célula da vida humana”.
Da observação da vida de Maria conclui-se que uma catequese fundada na Bíblia “provoca uma melhor compreensão e participação nos atos litúrgicos e, por conseguinte, uma desprendida ação caritativa junto dos mais necessitados”.
“A partir da vida de Maria, queremos renovar a paróquia, sabendo, que desse modo, estamos a renovar uma Arquidiocese inteira”, que não pode viver à base “de tradições”, vincou.
A homilia recordou um dos símbolos do seu episcopado, a romã, que ao reunir inúmeras sementes num só fruto traduz a imagem de unidade na diversidade, dinamismo a aplicar nas paróquias, famílias e “na vida social, económica e política, para reconhecer uma dignidade igual”.
A cripta da Basílica do Sameiro, onde D. Jorge Ortiga recebeu a ordenação episcopal há 25 anos, encheu-se para assinalar o termo das comemorações do aniversário, que incluíram cânticos, poesia, atuações musicais e oferta de presentes da parte de todos os arciprestados da arquidiocese, refere o ‘Diário do Minho’.
Na homilia da missa em que assinalou as bodas de prata de ordenação como bispo, enviada à Agência ECCLESIA, D. Jorge Ortiga frisou que a educação cristã implica “não ter medo de, na oração e conversas familiares, propor o caminho duma vocação” que passe, “porventura”, por “uma vida religiosa ou sacerdotal”.
Durante a celebração o presidente da comissão episcopal responsável pelos organismos católicos de apoio social lembrou as pessoas que se encontram em “situação de fragilidade” e enfrentam as dificuldades com “espírito de heroica e silenciosa coragem”.
“Dificilmente estamos preparados para momentos inesperados, mas a cruz, que também Cristo carregou, não tem a última palavra sobre a vida. Espero que sintas esta minha frágil e silenciosa presença por meio da oração, na certeza duma comunhão permanente com as tuas debilidades”, afirmou.
O prelado dirigiu-se também a quem não acredita em Deus, habitando “involuntariamente o silêncio da fé”.
“Também para mim é um mistério este paradoxo. Sei todavia que o silêncio não é sinónimo de ausência. A fé é dom e fidelidade. Espero, peço-te, a fidelidade à procura sincera e, porventura, a decisão consciente de mergulhar no mistério de Deus, mesmo quanto tudo aquilo que ouves é silencio”, apontou.
D. Jorge Ortiga lembrou que a Virgem Maria não teve tarefa fácil para educar Jesus, “a criança mais sobredotada da humanidade”, dado que “não tinha apoio psicológico nem suporte familiar”.
“E como se não bastasse, o Anjo Gabriel tinha-se esquecido de lhe dar o manual de instruções”, uma referência ao episódio bíblico em que o mensageiro divino lhe anunciou que Deus a tinha escolhido para ser mãe de Cristo.
Maria tinha “profunda capacidade pedagógica de reflexão, onde muitas vezes o silêncio substituía as respostas automáticas”, a par de uma “paciência intuitiva”, que segundo o arcebispo “foi o segredo” da educação que deu a Jesus.
“Quem não tem paciência para educar, pode estar preparado para trabalhar com máquinas, mas não com pessoas”, frisou o prelado, que pediu aos fiéis para não esquecerem a importância da família, “a célula da vida humana”.
Da observação da vida de Maria conclui-se que uma catequese fundada na Bíblia “provoca uma melhor compreensão e participação nos atos litúrgicos e, por conseguinte, uma desprendida ação caritativa junto dos mais necessitados”.
“A partir da vida de Maria, queremos renovar a paróquia, sabendo, que desse modo, estamos a renovar uma Arquidiocese inteira”, que não pode viver à base “de tradições”, vincou.
A homilia recordou um dos símbolos do seu episcopado, a romã, que ao reunir inúmeras sementes num só fruto traduz a imagem de unidade na diversidade, dinamismo a aplicar nas paróquias, famílias e “na vida social, económica e política, para reconhecer uma dignidade igual”.
A cripta da Basílica do Sameiro, onde D. Jorge Ortiga recebeu a ordenação episcopal há 25 anos, encheu-se para assinalar o termo das comemorações do aniversário, que incluíram cânticos, poesia, atuações musicais e oferta de presentes da parte de todos os arciprestados da arquidiocese, refere o ‘Diário do Minho’.
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